quarta-feira, 27 de maio de 2009
Angústia existencial
Passaram meses e, ao contrário do poema do Leminski, mudou tudo. A vida parece ser assim: delicados fios que unem uma coisa à outra, uma pessoa à outra... Dificilmente resistem à espiral alucinante de acontecimentos. Mais uma vez, a angústia existencial, que já preencheu tantas páginas nos últimos séculos, consumiu e enlouqueceu tanta gente. Posso morrer de mordida raivosa de cachorro de rua, mas disso não morro. Recuso-me. Quero meu lugar no mundo, onde sopre uma brisa suave para dentro do meu coração...
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